Esquece o beijo no calor de uma cama abandonada que ainda te procura nas marcas que deixas para trás. Esquece o dia que está lá fora. Chuva que cai e que nos empurra para os braços um do outro. Deixa o vento assobiar o teu que não esqueço. Esquece tudo e segue em frente porque amanhã o sol brilhará outra vez.
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
149
Hoje, talvez só por breves momentos, precisava do teu abraço. Precisava de voltar a sentir que sou capaz. O amor não é uma bicicleta e acho que já não sei como pedalar para chegar até ti. Fiquei para trás, perdi-me no caminho para casa da última vez que o fiz e agora não sei como ir, nem para um lado nem para o outro.
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
147
Com os primeiros raios de sol deste dia levanta-se uma brisa pesada que me percorre parte do corpo. Há um cheiro no ar que se entranha em todos os poros. Na verdade é só mais um dia como todos os anteriores. A brisa só me empurra para o medo do que sinto, o teu cheiro entranha-se em mim e não larga a minha memória. Mais um dia que acabará por passar...
Bonjour Tristesse!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
145
Uma luz intensa que corta pela janela dentro traz uma mensagem de uma lua acabadinha de chegar. Sussurra-me nos ouvidos palavras que gostava de ouvir que se agitam na noite ao sabor do vento. Gostava de te contar tudo o que ela me diz, gostava de te sussurrar palavras doces ao ouvido e iluminar-te com o que ainda resta daquela luz.
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
143
Há um pé que vem sempre atrás do outro - são passadas. Em sucessão e bem seguidas e definidas é o que se chama de andar. Para a frente e para trás, para a esquerda e para a direita. Bem orientado com ritmos e bem acompanhados chama-se dançar. Começa-se o mundo assim...
domingo, 22 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
141
É uma cidade de ilusão, de fabricantes de ilusão, do teatro, do cinema, da história. Ao mesmo tempo é uma cidade nostálgica, construída sobre diversas camadas de mito e realidade. É uma cidade corrompida mas sempre, sempre, eterna, com várias vidas e várias mortes. Esta cidade é portanto tudo menos uma sinfonia. É muito mais que um verdadeiro quadro fílmico onde podemos encontrar sobrepostos mito e realidade, sonho e pesadelo.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
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